Paciência

Algumas vezes eu perdi a paciência com minha mãe. Principalmente nas primeiras manifestações da doença, pois para mim parecia teimosia dela. 
Com o tempo estou aprendendo a "MANTER a mente quieta, a espinha ereta e o coração tranquilo". E sobretudo, que não é teimosia. 
Deve ser muito difícil administrar um cérebro que não se lembra do que fez.
Quanto a paciência, foi minha mãe quem me deu um toque. Numa das vezes em que perdi a calma eu disse para ela, "o que eu faço? O que eu posso fazer? E ela disse:
- Não dá bola.

Comentários

  1. Nossa César, impossível não se emocionar com teus relatos. Tivesse uma ótima ideia em compartilhar esses momentos e angústias. É uma forma de dividir com outras pessoas que por ventura estejam passando por esse momento tão delicado, assim como vocês, e também uma troca de experiência para te fortalecer. Imagino que não seja fácil para nenhum dos dois. Sorte da querida Neli, que ti tem como filho e amigo. Que Deus conceda saúde e tranquilidade para os dias difíceis. Um forte abraço.

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  2. Deve ser muito difícil ter paciência, mas com certeza estás aprendendo. És um ótimo filho e Deus vai te dar força p está árdua tarefa, sempre dá p quem precisa. Fica bem. Beijos.

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